Trama de Saphira

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

Trama de Saphira

Mensagem por Saphira Ivybrum Darkmout em Dom Jul 08, 2012 7:09 am


Trama de Saphira
• A história da fria e vingativa Vampira # A 496 anos atras.. •

Saphira Ivybrum Darkmout durante a sua vida toda viveu em uma pequena cidade no interior da França com sua família. Naquela época ainda eram os pais que escolhiam os maridos de sua filha, e assim fora feito. O pai da jovem escolheu um dos homens mais ricos do local, porem o mesmo carregava um pequeno segredo consigo, era um vampiro, e apenas queria se aproveitar da garota. Ela sempre foi contra isso, desde o começo, mas era como viviam e a tal tradição, idiota, mas tinha quer ser feito. [...]

E o dia do casamento finalmente chegou, ela já estava pronta para entrar na igreja quando avistou uma senhora que se aproximou e a entregou um pequeno frasco e dentro do mesmo carregava consigo um frasco com um pouco de sangue. - Irá precisar minha jovem depois que tudo acontecer. A garota não entendeu muito bem oque a senhora quis dizer, mas mesmo assim sentiu que podia confiar na palavra dela, então pegou o frasco e o guardou em seu decote, assim ninguém o encontraria. Em seguida ela se prepara para agradecer a senhora, mas a mesma não estava mais ali, a garota a procurou durante algum tempo, mas não conseguiu acha-la, até que escutou a voz de seu pai, que a chamava para entrar na igreja. Ela revirou os olhos e deu uma última olhada a sua volta, então voltou a olhar para frente e suspirou, deu uma de suas mãos para que seu pai segurasse e tentou sorrir, foi uma tentativa inútil. Voltou seu olhar para frente e começou a entrar pela igreja, todos a olhavam fixamente, Saphira podia escutar alguns cochichos , ela revirava os olhos e apenas os ignorava. Não demorou muito e ela logo avistou seu ... , seu noivo, ela se segurou para não bufar e revirar os olhos, mas permaneceu séria. Com um olhar um tanto debochado, Jeorge (o noivo) segurou em uma das mãos da garota e sorriu para o pai dela que logo se posicionou com os outros no pequeno altar. Em seguida ele a fitou nos olhos, aquilo chegou a dar um certo tipo de medo, mas eles se viraram para o padre que logo deu início ao casamento. [...]

Assim que terminou, Saphira não se lembrava exatamente do que havia acontecido, mas percebeu que o casamento já havia terminado. Ela se despediu de seus pais e automaticamente lágrimas deslizaram pelo seu rosto, o que ela mais queria era não ter que ir com aquele homem, mas era a lei. Saphira permaneceu quieta durante todo o caminho até a casa de Jeorge, ou melhor mansão, quando ele dizia alguma coisa ela simplesmente o ignorava e fingia que não havia escutado.
Não demorou muito e logo haviam chego ao local, a casa era realmente enorme, mas ao lembrar que teria de passar o resto da sua vida trancada lá com ele, aquilo tudo não significava nada para ela. Saphira deixou que ele entrasse primeiro, enquanto permanecia ali fora sozinha olhou a sua volta e tirou o frasco de seu decote e o fitou durante algum tempo. - Vamos ver no que vai dar. - Disse ela e voltou a olhar fixamente o frasco que estava em suas mãos, em seguida retirou a tampa e bebeu o sangue que havia ali. Saphira tossiu algumas vezes e inspirou e expirou umas trocentas vezes, olhou para casa e foi em direção a porta. Ao se aproximar mais, a mesma se abriu e a garota se deparou com seu "marido", ela ergueu uma de suas sobrancelhas e balançou a cabeça, passou pela porta sem falar com ele, até que o mesmo a puxou pelo braço e a olhou fixamente nos olhos. - Vamos começar a diversão. - Disse ele com um leve sorriso no canto dos lábios. A garota começou a se assustar um pouco, tentou se afastar, mas ele a puxou para mais perto e voltou a lhe olhar nos olhos. - Irá fazer tudo que eu quiser. - Saphira não conseguiu mais contestar, era como se ela não respondesse mais por si mesma, não conseguia dominar seus próprios movimentos.

Ele sorriu e se aproximou o máximo que pode dela, retirou algumas mexas de cabelo que estavam atrapalhando a visão de seu pescoço. Não demorou muito e logo seus dentes começaram a crescer, apesar de não poder fazer nada, Saphira já sabia do que se tratava. Ela queria poder sair correndo, mas não conseguia e logo se lembrou do sangue que a moça havia lhe dado, tomara que ele funcione para algo, pensou consigo mesma. Sem que pudesse pensar mais em alguma coisa ela sentiu os dentes dele perfurarem a pele de seu pescoço e chegarem as veias. Saphira queria gritar, mas parecia que havia algo em sua garganta que atrapalhava isso, definitivamente aquele seria o pior dia de sua vida, se não o último. [...] Jeorge fez questão de tomar até a última gota do sangue da garota, já satisfeito ele pega o corpo da jovem e leva até seu carro, o taca no porta malas do mesmo e pedi para que seu motorista o jogue no lixão mais perto. Assim fora feito, o motorista dirigiu o mais rápido que pode e logo chegou ao lixão, como já era noitinha não havia ninguém. Ele pegou o corpo da jovem e o tacou juntamente com os outros lixos, simplesmente, parecia que a garota era um objeto qualquer, ele logo se retirou dali.

A noite do outro dia chegou e a garota permaneceu no mesmo local, haviam urubus rondando o céu parecia que eles estavam prontos para atacar seu corpo, até que os olhos da jovem abriram. Um tremor enorme percorreu pelo seu corpo, ela estava arfando e lembranças começaram a vir a sua cabeça do nada. Ela se lembrou de sua "morte", mas não entendia como ainda podia estar ... viva?. A garota avistou um rapaz que provavelmente estava fazendo seu serviço no lixão, começou a sentir sua garganta queimar e ela poderia escutar o som do coração dele batendo e bombeando sangue para todo seu corpo. - Mas oque? Oque está acontecendo comigo? - Antes que pudesse dar conta de algo ela já estava atras do rapaz, sua garganta começou a arder mais e mais. Em seu rosto começou a aparecer algumas veias e traços mais fortes e seus olhos escureceram de cor, e quando se deu conta novamente ela já estava mordendo o pescoço do rapaz e retirando cada gota de sangue do corpo dele. Em meio a isso tudo, ela só conseguia pensar em uma coisa, Vingança e logo se deu conta do que havia se tornado, uma vampira. A Saphira que todos haviam conhecido, que era boba, idiota e boa estava morta e dera lugar para uma garota fria, vingativa, sanguinária e incapaz de perdoar.
Ela deixou com que o corpo do rapaz caísse sobre o lixo e se escondeu, permaneceu desaparecida durante algum tempo, queria ficar sozinha e ficou assim durante uns 100 anos de sua eternidade, com as mesmas roupas, mas continuou se alimentando de sangue humano para sobreviver. [...]

Até que Saphira decidiu ressurgir e finalmente cansou de ficar sozinha, decidiu que de hoje não passava a vingança do homem que diziam que era seu marido. Ela se retirou do local onde ficara escondido por todo esse tempo e foi andando até uma das lojas de roupas mais conhecidas da cidade, ela queria se vingar de tudo e de todos, mas não iria aparecer assim, toda suja e com roupas rasgadas. Assim que chegou a atendente estava preparada para gritar, mas Saphira se aproximou e a fitou nos olhos. - Cale a boca e me arranje a melhor roupa daqui. - Sem discordar a atendente se retirou e foi a procura de algumas peças de roupas. Não demorou muito e ela logo havia em suas mãos uma ou duas peças de roupas que eram de fato lindas. Saphira as fitou durante algum tempo, até que escolheu esta e sai da loja como uma pessoa normal. Começou a andar pelas ruas da cidade indo em direção a mansão de seu noivo, até que avistou a mesma senhora que estava na igreja, na hora de seu casamento. Ela retirou os óculos do rosto para lhe observar melhor e a senhora já havia se aproximado. - Minha jovem, você acabou com oque mais raro havia em você, seus sentimentos. - A garota revirou os olhos e suspirou. - É por eles que me tornei isso. - Disse ela olhando para si mesma, mas logo voltara seu olhar para a senhora. A mesma balançou e retirou de uma pequena bolsa um anel de lápides num tom de azul, a garota o fitou e escutou a senhora dizer. - Este a ajudará a andar na luz do sol, sem que queime. - A garota o pegou e o colocou em uma de seus dedos, mas não conseguia entender, apesar de tudo que ela estava prestes a fazer porque ela insiste em ajudar?, pensava consigo mesma. Quando ia fazer esta pergunta para a senhora a mesma já havia desaparecido, Saphira revirou os olhos, mas não votou atras com oque planejava, pois como havia dito antes, agora ela era uma vampira fria, sanguinária e vingativa.

Não demorou muito e la estava ela na porta da frente da mansão, ela deixou com que um enorme sorriso se formasse em seu rosto, até que Jeorge abriu a porta. Surpreso, a única reação que teve foi manda-la sair dali, a garota riu e o fitou. - Esse não é um jeito educado de se tratar uma dama, não acha? Me convide para entrar. - Ele permaneceu com uma cara de bocó, até que a convidou para entrar, tentou parecer calmo, mas acabou ficando mais nervoso. Saphira soltou algumas gargalhadas e entrou, olhou a sua volta e se sentou em uma das poltronas. - Oque te traz aqui? - Disse ele num tom de voz meio rouco e se sentou na poltrona a minha frente. - Suponho que depois que me matou me deva algo. - Disse ela e permaneceu a olha-lo. Jeorge odiava joguinhos ou então ser desafiado, ele se aproximou mais de Saphira e deixou seus dentes a mostra. - Sou mais velho que você, mas forte... - Antes que ele terminasse de falar, Saphira enfiou uma adaga, a famosa por matar originais, em seu coração. - Sim, e está morto. - Disse ela em um tom de voz meio irônico e o deixou cair no chão já morto e se desfazendo. Se aproximou da janela e arrancou uma das flores, esta tinha especificamente cor de vinho, voltou a se aproximar do cadáver e a jogou por cima dele, era um jeito que ela adotou de saberem que ela havia passado por ali.

Deste dia em diante, Saphira virou uma das vampiras mais sanguinárias que se ouviu falar, ela matava e mata com prazer, e sempre deixa junto com o corpo (mortal ou imortal) uma flor cor de vinho. Ela prometeu para si mesma que nunca mais iria fazer a vontade de alguém, a não ser que seja muito do seu interesse. Conforme o tempo fora passando ela se tornou tão forte que nem verbena, metais, ou uma simples estaca de madeira ou algo do tipo é capaz de detê-la, além de tudo é uma vampira muito informada e está disposta a formar um clã de vampiros, mas até agora não achou nenhum "apropriado". [...] Hoje ela tem aproximadamente 497 anos, foi vista pela última vez na Inglaterra e cometeu 10 assassinatos, sendo que 3 eram vampiros e o resto humanos. Nunca se sabe ao certo onde encontra-la, a menos que ela queira encontrar você. Ah, dizem também que ela está rondando por Mystic Falls, mas quem sabe... Wink


Template@Sharmelles

    avatar
    Mensagens :
    10

    Dracmas :
    4746

    Reputação: :
    0

    Ver perfil do usuário

    Voltar ao Topo Ir em baixo

    Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

    - Tópicos similares

    Permissão deste fórum:
    Você não pode responder aos tópicos neste fórum